Primeira reflexão sobre o P.A.

- A metodologia de trabalho com Projetos de Aprendizagem possibilita que possamos aprofundar e enriquecer questões que, num primeiro momento, podem parecer óbvias, simples e/ou até desinteressantes. Desta forma, o exercício de iniciarmos formulando questões que nos instigassem e, posteriormente, lermos e ouvirmos as questões uns dos outros, já foi um momento rico em interação, troca, reflexão e cooperação, já que passamos a nos interessar pelas temáticas dos colegas, contribuindo para que as perguntas (problemas) fossem melhor formuladas, o que permitiria ampliar a pesquisa.
O momento (enfim) da escolha da temática, para nosso pequeno grupo, não demandou muita negociação, já que houve um interesse “coletivo” em desenvolver a proposta de se investigar o estabelecimento da hierarquia em um grupo de cães.
A partir daí, passamos a nos aproximar de nosso objeto e, de novo, era nítida a colaboração em grupo, tanto nos momentos de se usar as ferramentas quanto no desenvolvimento do mapa conceitual, ponto de partida “formal” para nossa pesquisa. Não houve conflitos entre os componentes do grupo, estávamos abertos aos diferentes pontos de vista uns dos outros e, principalmente por conhecermos pouco a temática escolhida, pudemos levantar uma série de questões que nortearão o P. A., partindo dessa cooperação.
Tivemos dificuldades, principalmente, em dois momentos: na formulação das dúvidas e certezas temporárias, para que pudéssemos focar a pesquisa em aspectos que permitissem uma abrangência satisfatória; e quando fizemos a primeira versão do mapa conceitual, tentado conectar as palavras-chave através de conceitos abrangentes.
Desta forma, concordo com Stephen Kanitz quando diz que é fácil responder a perguntas. Difícil é formulá-las! E todo problema surge a partir de uma pergunta feita. Precisamos aprender a perguntar!
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